28.4.10
Carnívoros ou Carniceiros
CARNICEIRISMO
Carnívoro: é o animal que mata a própria presa e a devora com o sangue ainda quente.
Ex: leão, leopardo, onça, tigre
Carniceiro: é o animal que não tem capacidade ou coragem de matar a própria presa, espera que outro a mate e devora-o mais tarde, com o sangue já frio.
Ex: abutre, urubu, hiena, corvo
Os seres humanos não matam a própria presa e a devoram com o sangue já frio, com uma diferença: os abutres, os urubus e as hienas devoram as carnes em início de putrefação, com algumas horas do animal morto. Os humanos comem as carnes com meses ou anos de estocagem da carne nos frigoríficos. Quando ela é retirada para consumo está verde. Torna-se necessário, então, revitalizá-la com nitratos, nitritos e salitre, que devolvem a coloração avermelhada. Os dois primeiros são conhecidos cancerígenos.
Somos o único tipo de animal que mata qualquer coisa que se mova, pelo simples prazer de matar. A designação elegante que se dá a isso é caça. Caça à raposa, caça ao coelho, caça ao tigre, tiro ao pombo, ao pato, à codorna, e por aí vai.
Mas não matamos apenas na caça esportiva. Se um inseto se atrever a mover-se perto de nós, será impiedosamente esmagado. Crianças matam passarinhos instintivamente com suas pedradas e estilingadas. Nada pode ficar vivo nas proximidades de um homo “sapiens”.
O fato é que comer defunto não é para pessoas sensíveis. Se pensarmos no que estamos fazendo, paramos imediatamente de devorar cadáveres de bichos mortos. Urge que nosso estômago deixe de ser um cemitério.
Se, por um lado, isso constituía um aperfeiçoamento, já que nossos antepassados passavam a ingerir menos carnes, esse sistema ainda não era ideal. A mistura de alimentos produz fermentação, a qual gera odor nauseabundo. Experimente colocar num saco plástico um pouco de tudo o que você ingerir na próxima refeição. Acrescente um cálice de ácido gástrico (se não tiver, esprema um limão). Em seguida, coloque por meia hora num forno a 36 graus centígrados, a temperatura do seu corpo. Depois, abra e cheire.
Isso é o que está acontecendo lá dentro do seu tubo digestivo. Mas, para onde vai esse odor? Pensou que ele se evaporasse por obra e graça do Espírito Santo? Nada disso. Ele sai pelo seu hálito, pelos seus poros, pela sua transpiração, pelas suas axilas. Encare a realidade: você fede! Os animais onívoros cheiram mal. Compare: o cheiro do porco, o do bode. Ah! Esqueci: você também come porco.
Experiência científica
Há uma experiência muito convincente que costumo fazer em sala de aula e você pode reproduzi-la na sua casa.
Material necessário: um ser humano e uma vaca. Coloque o ser humano diante da vaca. Peça que o ser humano mate a vaca com os recursos que a natureza lhe dotou, ou seja, sua força, suas mãos, seus dentes, etc.
O ser humano vai tentar por todos os meios, vai querer estrangular a vaca, vai dar socos na vaca e não vai conseguir matá-la. Talvez consiga aborrecê-la e acabe levando uma chifrada. Fim da experiência científica.
Conclusão: o ser humano não foi projetado para caçar. Além do mais, na natureza ele nem conseguiria se aproximar o suficiente para agarrar o bicho, pois também fomos privados da velocidade que o predador necessita.
Contestação da validade da experiência acima
O ser humano contrapõe que ele é um animal inteligente. Como tal, teve condições de fabricar ferramentas e, com elas, caçar. Já não é lá muito verdadeira essa afirmação, pois estamos tentando provar que por natureza não fomos dotados dessas ferramentas, mas vamos aceitar a contestação e refutá-la com outra demonstração.
Impugnação da contestação
Desta feita, entregamos uma ferramenta de abate – uma faca – e solicitamos que o sujetito mate a vaca na nossa frente para provar que, com instrumentos, a experiência anterior ficaria invalidada. Mas, então, o que é que verificamos estupefatos? 99% dos humanos não têm coragem de enfiar a faca na jugular do bovino!
Seria prova suficiente de que não somos predadores naturais? Pelo sim, pelo não, vamos além. Tomo a faca da mão daquele espécimen covarde. “Se você não tem coragem, mato eu a vaca.” Introduzo a lâmina na garganta da desditada. O sangue jorra. E o ser humano… Onde está ele? Ah! Lá está, no canto, vomitando!
Se fosse carnívoro, o simples cheiro do sangue ou a sua visão, já daria água na boca. Mas, se ele não é capaz de matar e ainda lhe embrulha o estômago se outro mata. Isso demonstra claramente que nossos instintos são bem diferentes. Aquele reflexo de “pôr para fora” é exatamente o oposto da reação de comer.
Talvez não sejam carnívoros, e sim carniceiros!
fonte: diarionatural.blogspot.com






criado por andreiadupski
11:50 — Arquivado em:
Comentário por Samory Pereira Santos — 1.5.10 @ 9:58
Belo post. Só uma coisa: “Conclusão: o ser humano não foi projetado para caçar.” Acho que humanos podem matar tipo, roedores e animais desse tamanho (e fragilidade) naturalmente. Mas quem come rato de regra aí? Desconheço.
Comentário por Ana Luiza — 1.5.10 @ 11:10
OTIMO TEXTO. parabens!
“Urge que nosso estômago deixe de ser um cemitério.”
Comentário por Maria Guedes (NIA) — 18.5.10 @ 21:48
Monstros carniceiros malditos!!! CARNE É CRIME!!! PENA DE MORTE A ESSES CRUÉIS ASSASSINOS JÁ!!! Quem come carne come cadáveres, pedaços de cadáveres de animais mortos.
- Não faça do seu estômago um cemitério…Não coma carne…
- Não coopere com a indústria da morte!!!
- LIBERTAÇÃO ANIMAL JÁ!!!
Comentário por Tadeu — 22.7.10 @ 23:57
Coitados dos urubus, quando os compara aos humanos… Já viu algum estocar carniça num frigorífico para vender aos outros e conseguir lucro com isso?
Comentário por dfc — 4.10.11 @ 13:00
pena de morte para vc seu vegetariano de bosta, que acha que e melhor do que os outros so por que se faz de coelho,duvido se vc nunca pos um pedaço de carne nessa sua boca imunda.
Tweetandreiadupski Reply:
outubro 5th, 2011 at 10:05
Nossa! quando ódio nesse coração, te causaram bullying quando pequeno?
Comentário por Bruno — 10.2.12 @ 21:16
O lOuco, o cara matar uma vaca com as mãos? auhauahua apelou, um lobo que de fato é carnívoro não conseguiria!