vegana por amor aos animais

“Os animais são os únicos seres realmente inocentes que são condenados a prisão perpétua, sessões de tortura e a pena de morte” (Anônimo)

10.8.09

Mastite: inflamação da glândula mamária da vaca

1 O que é mastite?
Mastite é a inflamação da glândula mamária da vaca que pode ser causada por muitos fatores, sendo os agentes infecciosos, principalmente as bactérias, os mais importantes.
2 A mastite prejudica a produtividade do rebanho?
Sim. É a doença infecciosa que tem o maior impacto negativo na pecuária leiteira.
3 Como são classificadas as mastites quanto a forma de transmissão?
As mastites são classificadas em contagiosas ou ambientais.
4 O que mastite clínica?
Quando a vaca apresenta alterações visíveis na glândula mamária, como edema e vermelhidão. Há dor local e o leite fica ralo ou apresenta grumos, pus e sangue.
5 O que é mastite subclínica?
Não há alterações visíveis na glândula mamária, mas ocorrem perdas significativas na produção e qualidade do leite, que fica com menos proteína, gordura, lactose e há aumento dos teores de sódio e cloretos, que são prejudiciais.
6 Como se faz o diagnóstico da mastite subclínica?
É preciso fazer exames que determine o número de células somáticas inflamatórias no leite, como a contagem eletrônica de células somáticas, ou que estimem o número dessas células, como o “Califórnia Mastitis Test - CMT”.
7 O que são mastites crônicas?
São as mastites recorrentes, ou seja, quando o animal apresenta mais de 3 casos de mastite clínica durante uma lactação, ou 5 casos de mastite clínica durante sua vida útil, ou ainda 5 meses consecutivos com contagem de células somáticas acima de 500 mil. As mastites crônicas são de cura difícil, principalmente durante a lactação. Por isso, é importante o tratamento na secagem da vaca.

fonte: http://br.merial.com/pecuaristas/doencas/mastite/mastite.asp


Vaca tratada com BGH/BST para produzir leite (foto de arquivo da USDA).

VACAS TRATADAS COMO PRODUTOS

Normalmente se pensa que não se precisa machucar a vaca para retirar seu leite. A verdade é que não é lucrativo manter as vacas vivas uma vez que sua produção de leite diminui. Assim, o consumo humano de laticínios leva diretamente ao massacre de vacas.

De acordo com o Indianapolis Star (4/2/93), “mais de 90% das fábricas de laticínios americanas confinam as vacas em galpões pela maior parte de suas curtas vidas”.

As estatísticas de agricultura da USDA mostram que, em 1960, uma vaca produzia em média 3,5 ton de leite por ano; em 1990 ela produzia 7,4 ton.

Após a aprovação da FDA do Hormônio de Crescimento Bovino (BGH/BST), a média em 1995 era de 8,2 ton.  Algumas vacas tratadas com BGH  produziram recentemente mais de 30 ton de leite num ano (Associated Press, 20/9/96).

O BGH aumenta a incidência de mastite (inflamação e infecção da mama) (Feedstuffs, 24/3/97)

fonte: http://www.veganoutreach.org/whyvegan/por/prwvan2.html

A vaca, que na natureza vive 25 a 30 anos e produz em média 5 litros de leite, virou máquina. Fica em um cercado, sem tomar sol ou vento. Estuprada, para ficar grávida e sempre produzir leite, é ordenhada com máquinas. Sofre, sofre, sofre. Tem mastite, prolapso, inflamação dos úberes (tetas), que chegam a se arrastar no chão – sente dores terríveis - e fica muito doente, inclusive com depressão (não é só o homem que tem isso), tomando antibióticos. Como vão gastar muito com remédios, as secretarias de saúde estão permitindo que o leite venha contaminado com algumas bactérias, para não ficar muito caro para o produtor.

Toma ainda anabolizantes e hormônios para produzirem 50 LITROS AO DIA. Em 3 anos, esgotada e doente, vai ser assassinada. Por isso é que há mais sofrimento em um copo de leite do que em uma porção de carne. E quase ninguém sabe disso, pois tem a idéia da vaquinha solta, feliz, doando o seu leite por prazer. Estamos é roubando o leite do seu bezerro.

O fruto do seu sofrimento é o seu bezerrinho, que é retirado da mãe com 3 a 4 dias, levado para um lugar escuro, amarrado pelo pescoço para não andar. Fica em cima de um estrado, cheio de dejetos, equilibrando-se para não cair, tomando leite pobre para ficar anêmico. Até a água é desmineralizada. Assim, a carne fica macia, sem músculos e branquinha. Em 3 meses, o pobre coitado pesa 200 kgs a poder de anabolizantes, hormônios e toma muito antibiótico, pois vive doente e triste. Ao final desse tempo, não sabe andar, é cego (por viver na escuridão) e vai apanhando para entrar no caminhão de transporte para ser assassinado, pois os sensíveis trabalhadores do frigorífico não vão carregá-lo. É o baby beef, o vitelo, carne caríssima e fruto de tortura da poderosíssima indústria do leite.
“Quanto mais o homem simplifica a sua alimentação e se afasta do regime carnívoro, mais sábia é a sua mente”. George Bernard Shaw

Vejam uma notícia interessante: Antibióticos no leite cru… só faltava essa. A oferta de alimentos em larga escala cobra preços a sua qualidade já conhecidos pela maioria das pessoas bem informadas – e não por outra razão as produções mais artesanais e orgânicas crescem a olhos vistos. Agora, a Agência Notisa – especializada em notícias da área de saúde – traz à luz mais um estudo de resultados preocupantes, este de autoria do pesquisador Luis Augusto Nero e equipe, da Universidade Federal de Viçosa. Eles coletaram 210 amostras de leite cru em propriedades leiteiras de quatro estados do Brasil - nas regiões de Viçosa (MG), Pelotas (RS), Londrina (PR) e Botucatu (SP). No trabalho, os especialistas detectaram resíduos de antibióticos em 11,4% das amostras, sendo 20,6% da região de Londrina, 8,0% da região de Botucatu, 8,5% da região de Viçosa, e 6,0% da região de Pelotas. Segundo eles, os resultados sugerem problemas em relação à utilização de antibióticos em animais em lactação, indicando não obediência ao período de carência dos medicamentos.

E os riscos dessa negligência são claros. Conforme o artigo em que os pesquisadores registraram o estudo, “a presença de resíduos de antibióticos em leite pode causar vários efeitos indesejáveis, como seleção de cepas bacterianas resistentes, no ambiente e no consumidor, hipersensibilidade e possível choque anafilático em indivíduos alérgicos a essas substâncias, desequilíbrio da flora intestinal, além de efeito teratogênico. Além disso, pequenas quantidades de antibióticos determinam resistência crônica de microrganismos presentes no trato intestinal humano”.

fonte: http://www.guiavegano.com.br/vegan/veg-forum/meio-ambiente/meio-ambiente-x-vegetarianismo-3


criado por andreiadupski    9:16 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:

3 Comentários »

  1. Comentário por Karine de Souza — 11.8.09 @ 7:00

    Mais uma materia que vou repassar para os meus amigos. Muitos deles amam os animais mas continuam comendo laticinios e muitas vezes ate comendo carne. mas nao sei mais qual dos dois grupos de alimentos eh pior. Eu sou vegetariana, ainda nao posso me chamar de vegan porque quando tenho visitas compro alguma coisa ovo-lacto para cozinhar. Mas eu e o meu namorado nao vamos mais fazer isso! Eu como essas coisas com culpa e acho o gosto estranho.
    Seu blog eh muito bom! O meu ainda esta engatinhando. Faltou tempo no ultimo mes.
    Obrigada por mais uma reportagem super informativa.

  2. Comentário por Carlos — 5.1.12 @ 10:03

    Bando de mané sem conhecimento. Se você acha que o fato de deixar comer carne ou tomar leite é defender os animais, vá estudar. Há mais de 150 subprodutos do gado que você usa no dia a dia e nem percebe, tipo velas, gelatina, amaciantes de roupa, detergentes, condicionadores, xampus, couro, bijuterias, açucar refinado (composição), corantes, etc etc etc. Bando de ignorante e falsos moralistas.

  3. Comentário por infalmaçao — 6.9.14 @ 11:06

    ola tenho umas vacas de leite e tiro manual pois tenho algumas que doi os tetos quando tira o leite . O QUE PODE SER. INFLAMAÇAO

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